Algumas eco-bugigangas que andei vendo por aí recentemente:

Banquinho ecológico da empresa inglesa Quick Sit. Será que não há uma alternativa mais ecológica, em todos os sentidos, para essas pessoas aí da foto? Sentem na grama! (via Ecoblogs)

Bloquinho de post-it com cortador embutido significa menos desperdício de papel? Estou bancando o eco-chato, mas não consigo evitar de pensar isso ao ver “produtos sustentáveis” como esse. Possíveis soluções mais limpas:

  1. memória
  2. usar o verso de folhas impressas
  3. escrever o lembrete no celular
  4. escreva na mão (ok, nessa chutei o balde…)

(via TreeHugger)

Já essa casa-ovo, acho que compraria (se tivesse o dinheiro e a necessidade). É invenção de um arquiteto chinês (clique na foto ou link para ler mais; via Claret)

Sustentabilidade já era

Quando vejo novos produtos de consumo associados à palavra “sustentabilidade” lembro do que diz James Lovelock, criador da teoria de Gaia. Ele argumenta que “sustentabilidade” é um conceito falido. Apontando números e argumentos sólidos, ele diz que não há mais para onde desenvolver, no sentido de recursos naturais. Nem com desenvolvimento sustentável.

A solução para o planeta seria retrocedermos economicamente, no sentido de diminuir drasticamente tudo o que se produz e se consome.

Levando em conta que a causa básica dos danos ambientais é o consumismo desenfreado (e a consequente exploração projetada ao infinito de recursos naturais finitos), nada mais lógico do que reverter o processo se quisermos salvar a porção que falta das condições de vida no planeta.

Mas acho que a sede de grana e bens de consumo nos cega para essa verdade.