Consumir de maneira consciente (e isso inclui consumir o mínimo) é a melhor maneira de reduzirmos os danos ao meio ambiente. Quanto mais consumidores conscientes, melhor.

No Brasil, no entanto, apenas 5% das pessoas podem ser chamadas de “consumidores conscientes” * (índice revelado em uma pesquisa do Instituto Akatu, de 2010).

Então, comecemos com nós mesmos.

O consumo consciente depende da comunicação que tenha o potencial de provocar alterações em nossos hábitos. É aqui de novo que entra a questão da disseminação de informações úteis.

Por exemplo, para quem quer evitar produtos que provocam sofrimento em outros seres vivos, o Projeto Esperança Animal disponibiliza uma lista com empresas que não realizam testes de seus produtos em animais.

É com a divulgação de dados desse tipo que podemos aumentar o número de consumidores conscientes, reduzindo o impacto ambiental que é fruto apenas da ignorância sobre as consequências do consumo de certos produtos.

* nessa pesquisa, é chamado de “consumidor consciente” a pessoa que enxerga a relação entre seus hábitos de consumo e o impacto ambiental, mudando assim atitudes e hábitos.